Gestão por competências sem burocracia
Modelos com sessenta competências não são usados por ninguém. Poucos e bem definidos mudam conversas.

Enxugar para usar
Seis a oito competências organizacionais, descritas por comportamento observável em três níveis de proficiência. Descrição abstrata produz avaliação subjetiva e discussão improdutiva.
Usos legítimos
Seleção, avaliação, plano de desenvolvimento individual e critério de promoção. Se o modelo não é usado em pelo menos três desses processos, ele é documentação.
Calibração
Sessões de calibração entre gestores reduzem a variação de critério e aumentam a percepção de justiça — que é o principal determinante da aceitação do sistema.

CEO e Fundadora da PJ Soluções. Bacharel em Direito, MBA em Gestão Pública e em Direitos Humanos, pós-graduada em ESG e certificada pela United Nations System Staff College (UNSSC).
Conheça a trajetória →Clima organizacional e produtividade: o elo que se ignora
Pesquisa de clima é feita quase em todo lugar. Ação sobre o resultado, quase em lugar nenhum.
Trabalho híbrido: governança em vez de improviso
O debate presencial versus remoto encobre a questão real: quais decisões exigem presença e quais não.
Burnout como Falha de Governança: Prevenção Corporativa da Síndrome do Esgotamento Profissional
O burnout deixou de ser problema individual de resiliência para se tornar indicador de falha sistêmica de governança organizacional, reconhecido pela Organização Mundial da Saúde no CID-11 como fenômeno ocupacional. Empresas que tratam o esgotamento como fraqueza pessoal, e não como sintoma de desenho de trabalho e de ausência de gestão de riscos psicossociais nos termos da NR-1, pagam o preço em rotatividade, afastamentos, litígios trabalhistas e passivo previdenciário crescente.